A Olga | Olga:
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VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER
A violência contra a mulher é crime; a criminalização do abôrto é uma violência contra a mulher.
domingo, 9 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
segunda-feira, 27 de maio de 2013
quinta-feira, 23 de maio de 2013
CFEMEA - Centro Feminista de Estudos e Assessoria - Feministas alertam para crescente criminalização da luta pela legalização do aborto na América Latina
terça-feira, 21 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
sexta-feira, 17 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
| O Estatuto do Nascituro e o terror |
terça-feira, 7 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
Eu gostaria hoje de sugerir às leitoras e aos leitores de meu BLOG os tres primeiros Links Importantes: Important Links onde direciono para documentos técnicos de orientação para o aborto seguro fornecidos pela OMS e govêrno brasileiro.
sábado, 27 de abril de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
Violência contra a mulher
é crime; a criminalização do abôrto é uma violência contra a mulher.
O abôrto é um problema de saúde pública.
O abôrto é um problema de saúde pública.
A
descriminalização de sua prática visa principalmente dar às mulheres de baixa renda a oportunidade de
atendimento digno.
Quem for contra o aborto por orientação religiosa, ou por princípios culturais, que continuem seguindo seus princípios, suas leis ou sua conduta.
O Estado deve respeitar as várias correntes filosóficas que possam conviver harmonicamente com sua cultura social mas jamais legislar contemplando uma corrente e criminalizando as demais.
Quem for contra o aborto por orientação religiosa, ou por princípios culturais, que continuem seguindo seus princípios, suas leis ou sua conduta.
O Estado deve respeitar as várias correntes filosóficas que possam conviver harmonicamente com sua cultura social mas jamais legislar contemplando uma corrente e criminalizando as demais.
A Idade Média obscurantista não terminou?
sexta-feira, 22 de março de 2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
Folha de S.Paulo - Cotidiano - Médicos defendem abortos até a 12ª semana de gestação - 21/03/2013
Folha de S.Paulo - Cotidiano - Médicos defendem abortos até a 12ª semana de gestação - 21/03/2013:
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Violência contra a mulher é crime; a criminalização do abôrto é uma violência contra a mulher.
Está na hora de ampliarmos a luta pela descriminalização do abôrto. É um problema de saúde pública.
Quem for contra ao abôrto por questões religiosas, ou por princípios culturais que continuem seguindo seus princípios e leis de sua igreja.
O absurdo é o Estado criar leis de cunho religioso para todas as pessoas que compõem uma sociedade tão plural.
Não estamos mais na Idade Média.
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Violência contra a mulher é crime; a criminalização do abôrto é uma violência contra a mulher.
Está na hora de ampliarmos a luta pela descriminalização do abôrto. É um problema de saúde pública.
Quem for contra ao abôrto por questões religiosas, ou por princípios culturais que continuem seguindo seus princípios e leis de sua igreja.
O absurdo é o Estado criar leis de cunho religioso para todas as pessoas que compõem uma sociedade tão plural.
Não estamos mais na Idade Média.
sexta-feira, 15 de março de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Anticoncepção de Emergência
Ao acontecer
uma relação sexual em que não foi tomada nenhuma medida preventiva segura no
sentido de evitar uma gravidez indesejada, a mulher pode lançar mão de um novo método
emergencial de prevenção: a Anticoncepção
Emergencial.
A Anticoncepção Emergencial utiliza a chamada pílula pós-coital ou pílula do dia
seguinte.
Seja por esquecimento, por estupro, por
coação, por uso inadequado dos comprimidos anticoncepcionais, por ruptura da
camisinha, por deslocamento do diafragma, por cálculo incorreto do periodo
fértil, por qualquer outra razão em que a mulher sinta-se insegura ou mesmo para aumentar a efetividade de outro
método de anticoncepção que tenha índice
baixo de segurança, ela pode, ou mesmo deve, utilizar a pílula pós-coital (pílula após a relação).
Existe duas
maneiras de se fazer uso do método emergencial:
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