Universidade Livre Feminista:
'via Blog this'
VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER
A violência contra a mulher é crime; a criminalização do abôrto é uma violência contra a mulher.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
| O Estatuto do Nascituro e o terror | ![]() | ![]() | ![]() |
Crédito: Istoé (2011) |
terça-feira, 7 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
Eu gostaria hoje de sugerir às leitoras e aos leitores de meu BLOG os tres primeiros Links Importantes: Important Links onde direciono para documentos técnicos de orientação para o aborto seguro fornecidos pela OMS e govêrno brasileiro.
sábado, 27 de abril de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
Violência contra a mulher
é crime; a criminalização do abôrto é uma violência contra a mulher.
O abôrto é um problema de saúde pública.
O abôrto é um problema de saúde pública.
A
descriminalização de sua prática visa principalmente dar às mulheres de baixa renda a oportunidade de
atendimento digno.
Quem for contra o aborto por orientação religiosa, ou por princípios culturais, que continuem seguindo seus princípios, suas leis ou sua conduta.
O Estado deve respeitar as várias correntes filosóficas que possam conviver harmonicamente com sua cultura social mas jamais legislar contemplando uma corrente e criminalizando as demais.
Quem for contra o aborto por orientação religiosa, ou por princípios culturais, que continuem seguindo seus princípios, suas leis ou sua conduta.
O Estado deve respeitar as várias correntes filosóficas que possam conviver harmonicamente com sua cultura social mas jamais legislar contemplando uma corrente e criminalizando as demais.
A Idade Média obscurantista não terminou?
sexta-feira, 22 de março de 2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
Folha de S.Paulo - Cotidiano - Médicos defendem abortos até a 12ª semana de gestação - 21/03/2013
Folha de S.Paulo - Cotidiano - Médicos defendem abortos até a 12ª semana de gestação - 21/03/2013:
'via Blog this'
Violência contra a mulher é crime; a criminalização do abôrto é uma violência contra a mulher.
Está na hora de ampliarmos a luta pela descriminalização do abôrto. É um problema de saúde pública.
Quem for contra ao abôrto por questões religiosas, ou por princípios culturais que continuem seguindo seus princípios e leis de sua igreja.
O absurdo é o Estado criar leis de cunho religioso para todas as pessoas que compõem uma sociedade tão plural.
Não estamos mais na Idade Média.
'via Blog this'
Violência contra a mulher é crime; a criminalização do abôrto é uma violência contra a mulher.
Está na hora de ampliarmos a luta pela descriminalização do abôrto. É um problema de saúde pública.
Quem for contra ao abôrto por questões religiosas, ou por princípios culturais que continuem seguindo seus princípios e leis de sua igreja.
O absurdo é o Estado criar leis de cunho religioso para todas as pessoas que compõem uma sociedade tão plural.
Não estamos mais na Idade Média.
sexta-feira, 15 de março de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Anticoncepção de Emergência
Ao acontecer
uma relação sexual em que não foi tomada nenhuma medida preventiva segura no
sentido de evitar uma gravidez indesejada, a mulher pode lançar mão de um novo método
emergencial de prevenção: a Anticoncepção
Emergencial.
A Anticoncepção Emergencial utiliza a chamada pílula pós-coital ou pílula do dia
seguinte.
Seja por esquecimento, por estupro, por
coação, por uso inadequado dos comprimidos anticoncepcionais, por ruptura da
camisinha, por deslocamento do diafragma, por cálculo incorreto do periodo
fértil, por qualquer outra razão em que a mulher sinta-se insegura ou mesmo para aumentar a efetividade de outro
método de anticoncepção que tenha índice
baixo de segurança, ela pode, ou mesmo deve, utilizar a pílula pós-coital (pílula após a relação).
Existe duas
maneiras de se fazer uso do método emergencial:
Pelas paredes de meu quarto
Fragmentarei todo o meu ser:
pedaços quadrados
pedaços redondos
pedaços colados
pedaços voando
livremente
pedaços
soltos
cores em cores
vibrando em
Ti
Fa
Sol
La
Si
QUANDO GASTARES
ME TOTALMENTE . . .
folhas
papel-poeiras
brancas folhas
mascando
negro
A
B
C
Dário
APENAS TU MASCANDO CORES
cores redondas
cores pontudas
cores quadradas
cores poemas
bebes
diluição-caleidocópio
de minhas circunvoluções cerebrais
QUANDO GASTARES
ME . . .
amo o amor que te entrego
QUANDO . . . ME . . .
então viverás só
e sobre mim colocarão uma lápide muito triste
pálida
gélida
lápide
AQUI JAZ UM MOTOR
Paulo Costa.
escrevi este poema na parede de meu quarto, em casa de meus pais ainda, aos 18 anos aproximadamente e refere-se à toda a atividade que exercia em seu interior: sonhando, lendo, estudando violino, masturbando, fumando e olhando o Morro da Cruz para onde eu tinha uma bela vista.
Fragmentarei todo o meu ser:
pedaços quadrados
pedaços redondos
pedaços colados
pedaços voando
livremente
pedaços
soltos
cores em cores
vibrando em
Ti
Fa
Sol
La
Si
QUANDO GASTARES
ME TOTALMENTE . . .
folhas
papel-poeiras
brancas folhas
mascando
negro
A
B
C
Dário
APENAS TU MASCANDO CORES
cores redondas
cores pontudas
cores quadradas
cores poemas
bebes
diluição-caleidocópio
de minhas circunvoluções cerebrais
QUANDO GASTARES
ME . . .
amo o amor que te entrego
QUANDO . . . ME . . .
então viverás só
e sobre mim colocarão uma lápide muito triste
pálida
gélida
lápide
AQUI JAZ UM MOTOR
e o motor
em silêncio
parirá uma flor
escrevi este poema na parede de meu quarto, em casa de meus pais ainda, aos 18 anos aproximadamente e refere-se à toda a atividade que exercia em seu interior: sonhando, lendo, estudando violino, masturbando, fumando e olhando o Morro da Cruz para onde eu tinha uma bela vista.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
sábado, 9 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
INTRODUÇÃO (Normas Técnicas da Atenção Humanizada do Abortamento do Ministério da Saúde)
O abortamento representa um grave problema de saúde pública, com maior incidência em países em desenvolvimento, sendo uma das
principais causas de mortalidade materna no mundo, inclusive no Brasil.
Sua discussão, notadamente passional em muitos países, envolve uma intricada teia de aspectos legais, morais, religiosos, sociais e culturais. Vulnerabilidades como desigualdade de gênero, normas culturais e religiosas,desigualdade de acesso à educação, e múltiplas dimensões da pobreza
– com a falta de recursos econômicos e de alternativas, a dificuldade de
acesso a informação e direitos humanos, a insalubridade, dentre outros –
fazem com que o abortamento inseguro atinja e sacrifique, de forma mais
devastadora, mulheres de comunidades pobres e marginalizadas.
Aspectos culturais, religiosos, legais e morais inibem as mulheres
a declararem seus abortamentos, dificultando o cálculo da sua magnitude.
Independente dessa dificuldade, sabe-se que o abortamento é praticado
com o uso de meios diversos, muitas vezes induzidos pela própria mulher
ou realizados em condições inseguras, em geral acarretando consequências danosas à saúde, podendo, inclusive, levar à morte. O informe de outubro de 2008, do Instituto Guttmacher, aponta como métodos usuais em abortamentos inseguros a inserção de preparos herbais na vagina, chás,
saltos de escadas ou telhados, o uso de paus, ossos de frango, dentre outros objetos de risco.
(normas técnicas do MS)
Atenção humanizada ao abortamento
Link:
http://www.campanhapontofinal.com.br/download/informativo_04.pdf
Assinar:
Postagens
(
Atom
)



